Posso pensar, mas não posso fazer;
E na incapaz agonia de um gesto meu;
Como quem queria tanto, quando jovem, tudo poder;
Oh! Homens livres, que dizer?
Mas no insalubre desespero deste fatigante estado de manada;
Ainda me resta a crista capaz em lhes observar;
Do Maas ao Memmel em alguma rapsódia, ali, da Prússia, contemplar;
Lá, onde uma bela vida foi, pela História, recontada.
O Grande general reuniu a montaria em sua terra,
Abraçou a Silésia, desceu a Bohemia e desbancou a duquesa;
Sete anos de espetáculo, sete anos de guerra;
Uma verdadeira ode à alegria, à espera por 1870,
Quando um outro general concebeu esta certeza
(Uma atroadora união; que proeza!)
Espasmo. Abro os olhos e desperto para a malvada realidade;
Rapidamente olho assustado para os punhos e sinto tato;
Palmas, dedos, polegares, articulações, tudo verdade.
Pena. Fugiu fugaz, não estou em nenhuma Brandemburgo do passado.
Nada disso posso aqui vislumbrar e nem a estes mitos lá me juntar.
Resta-me a conformação. Sou o homem massa e o homem coletivo, jamais indivíduo;
E tragado pela massificação, sou o homem sem mãos.
E na incapaz agonia de um gesto meu;
Como quem queria tanto, quando jovem, tudo poder;
Oh! Homens livres, que dizer?
Mas no insalubre desespero deste fatigante estado de manada;
Ainda me resta a crista capaz em lhes observar;
Do Maas ao Memmel em alguma rapsódia, ali, da Prússia, contemplar;
Lá, onde uma bela vida foi, pela História, recontada.
O Grande general reuniu a montaria em sua terra,
Abraçou a Silésia, desceu a Bohemia e desbancou a duquesa;
Sete anos de espetáculo, sete anos de guerra;
Uma verdadeira ode à alegria, à espera por 1870,
Quando um outro general concebeu esta certeza
(Uma atroadora união; que proeza!)
Espasmo. Abro os olhos e desperto para a malvada realidade;
Rapidamente olho assustado para os punhos e sinto tato;
Palmas, dedos, polegares, articulações, tudo verdade.
Pena. Fugiu fugaz, não estou em nenhuma Brandemburgo do passado.
Nada disso posso aqui vislumbrar e nem a estes mitos lá me juntar.
Resta-me a conformação. Sou o homem massa e o homem coletivo, jamais indivíduo;
E tragado pela massificação, sou o homem sem mãos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário